PLANO DE CONTINGÊNCIA MUNICIPAL PARA SÍNDROME RESPIRATÓRIA -2026

 

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA

José Tiago Camargo do Amaral

 

 

 

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

Vivian Biazon El Reda Feijó

 

 

 

 

Diretora Geral - Rita Domansky

Diretoria de Serviços Complementares de Saúde - Claudia Denise Garcia

Diretoria de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde - Luciana Cipriano Cabral

Diretoria de Planejamento e Gestão em Saúde - Evilin Santos da Silva Gorckis

Diretoria de Urgência e Emergência em Saúde - Cleiton José Santana

Diretoria de Regulação da Atenção à Saúde - Verônica Sanches Gomes

Diretoria de Logística e Manutenção em Saúde - Patrick Fernando da Silva

Diretoria de Vigilância em Saúde - Fernanda Fabrin da Silva

Diretoria Financeira e de Gestão de Compras e Serviços - Sandra Regina dos Santos Silva

Diretoria de Atenção Primária à Saúde - Tatiane Almeida do Carmo

Apoio da 17 Regional de Saúde - Maria Lúcia da Silva Lopes

 

 

 

Introdução

As Síndromes Respiratórias e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) constituem importante problema de saúde pública devido ao potencial de elevada transmissibilidade, aumento da demanda por atendimentos nos serviços de saúde, internações hospitalares e impacto na morbimortalidade, especialmente entre grupos vulneráveis.

No município de Londrina, observa-se aumento sazonal de atendimentos por síndrome gripal e SRAG nos períodos de maior circulação de vírus respiratórios, especialmente Influenza, Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Rinovírus e SARS‑CoV‑2, com impacto importante sobre a Atenção Primária à Saúde, serviços de urgência e emergência e rede hospitalar.

Considerando o cenário epidemiológico e assistencial, a Secretaria Municipal de Saúde de Londrina estabelece o presente Plano Municipal de Contingência para Síndromes Respiratórias e SRAG, com o objetivo de organizar as ações de vigilância, prevenção, assistência e resposta oportuna frente ao aumento de casos respiratórios no município.

A vigilância epidemiológica das síndromes respiratórias possui papel estratégico na detecção precoce de surtos, monitoramento da circulação viral, redução da morbimortalidade e organização da Rede de Atenção à Saúde (RAS), considerando a necessidade de respostas oportunas e articuladas entre os diferentes níveis de atenção.

Este Plano de Contingência estabelece diretrizes técnicas e operacionais para prevenção, monitoramento, detecção, resposta e controle das Síndromes Respiratórias e da SRAG no município, em conformidade com as recomendações do Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da Saúde e demais normativas vigentes.

O documento visa fortalecer a capacidade de resposta da gestão municipal e dos serviços de saúde diante do aumento de casos respiratórios, garantindo assistência adequada, vigilância qualificada, monitoramento contínuo e adoção de medidas oportunas de controle.

 

JUSTIFICATIVA

O aumento sazonal da circulação de vírus respiratórios pode ocasionar sobrecarga nos serviços de saúde, aumento das internações hospitalares, elevação da ocupação de leitos clínicos e de terapia intensiva, além do aumento de complicações e óbitos, principalmente em crianças menores de cinco anos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

A organização de fluxos assistenciais, fortalecimento da vigilância epidemiológica, integração entre os serviços da Rede de Atenção à Saúde e definição de estratégias oportunas de resposta são fundamentais para reduzir o impacto epidemiológico e assistencial das síndromes respiratórias.

Dessa forma, este Plano de Contingência visa estabelecer diretrizes técnicas e operacionais para atuação coordenada dos serviços municipais de saúde frente ao aumento de casos de SG e SRAG.

 

OBJETIVOS

Objetivo Geral

Organizar e orientar as ações de vigilância, prevenção, assistência e resposta frente ao aumento de casos de Síndromes Respiratórias e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), visando reduzir complicações, internações e óbitos.

 

Objetivos Específicos

 

DEFINIÇÕES

Síndrome Gripal (SG)

Indivíduo com quadro respiratório agudo caracterizado por febre, acompanhada de tosse ou dor de garganta, associada a pelo menos um dos seguintes sintomas: cefaleia, mialgia ou artralgia.

 

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

Indivíduo com SG que apresente dispneia/desconforto respiratório, pressão persistente no tórax, saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente, coloração azulada dos lábios ou face, ou que evolua para internação ou óbito.

 

Surto de Síndrome Respiratória

Ocorrência de aumento acima do esperado de casos respiratórios em determinado local, instituição ou território, em curto período de tempo.

 

CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO

O município de Londrina realiza monitoramento contínuo das notificações de Síndrome Gripal (SG), internações e óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), visando identificação precoce de alterações no perfil epidemiológico e adoção oportuna de medidas assistenciais e de vigilância.

Observa-se comportamento sazonal das doenças respiratórias, com aumento expressivo de notificações durante períodos de maior circulação viral, especialmente entre os meses de março a julho.

 

Comparativo das notificações de Síndrome Gripal

Figura 1. Percentual de atendimentos de Síndrome Gripal (SG), em relação ao total de atendimentos nas unidades sentinelas de Londrina 2026 (SE 1 a SE 19).

Os dados demonstram aumento gradual dos atendimentos por Síndrome Gripal nas unidades sentinelas, especialmente a partir da SE 8, indicando intensificação da circulação de vírus respiratórios e possível impacto sobre a demanda dos serviços de saúde no período sazonal.

 

Monitoramento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

O monitoramento dos casos de SRAG é realizado por meio do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), contemplando casos hospitalizados e óbitos.

Os dados evidenciam aumento gradual dos casos de SRAG ao longo das semanas epidemiológicas, especialmente a partir da SE 13, indicando maior impacto assistencial sobre os serviços de urgência, emergência e internação hospitalar.

Figura 2. Casos de SRAG segundo semana epidemiológica de início de sintomas, residentes de Londrina, SE1/2026 a SE19/2026.

      

A análise comparativa entre os anos de 2025 e 2026 evidencia manutenção da circulação de vírus respiratórios e persistência de internações associadas às síndromes respiratórias agudas, com maior intensidade nos períodos de sazonalidade

Figura 3. Casos de SRAG segundo semana epidemiológica de início de sintomas, comparativo entre 2025 e 2026, residentes de Londrina.

      

 

Perfil Etário dos Casos de SRAG

A análise dos casos de SRAG por faixa etária demonstra maior impacto entre crianças e adolescentes até 12 anos em diversas semanas epidemiológicas analisadas, especialmente durante os períodos de maior circulação viral.

O cenário reforça a necessidade de fortalecimento das ações voltadas à população pediátrica, incluindo ampliação da assistência, monitoramento de internações, intensificação vacinal e organização da retaguarda hospitalar.

 

Figura 4. Casos de SRAG segundo semana epidemiológica de início de sintomas e faixa etária, residentes de Londrina, SE1/2026 a SE19/2026.

          

Os dados demonstram importante participação da população pediátrica no perfil epidemiológico das SRAG no município, corroborando o cenário observado nacionalmente pelo Ministério da Saúde durante períodos de sazonalidade respiratória.

O monitoramento laboratorial realizado pelas unidades sentinelas evidencia circulação concomitante de múltiplos vírus respiratórios ao longo das semanas epidemiológicas analisadas, com predominância de Rinovírus, Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e Influenza a partir da semana 13. Observa-se aumento da positividade laboratorial nesse período, com média aproximada de 67%, indicando intensificação da transmissão viral na comunidade. 

        

 

Monitoramento dos Óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

O monitoramento dos óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) constitui componente prioritário da vigilância epidemiológica, permitindo avaliar a gravidade do cenário epidemiológico, identificar grupos de maior risco e subsidiar a tomada de decisão para intensificação das ações assistenciais e preventivas.

Entre os agentes etiológicos identificados até o momento destacam-se:

A presença de óbitos associados a vírus respiratórios reforça a importância da vigilância contínua, da vacinação oportuna, da identificação precoce dos sinais de gravidade e do manejo clínico adequado, especialmente entre grupos vulneráveis.

Figura 5. Distribuição dos óbitos por SRAG segundo classificação final. Residentes de Londrina, 2026.

Pelos dados expostos acima, salientamos a importância da vacinação, principalmente pela disponibilidade de vacinas contra o Vírus Sincicial Respiratório e contra Influenza A e B na rede pública, sendo a vacinação um dos principais aliados para prevenção de doenças respiratórias graves principalmente na faixa pediátrica, em idosos e para pessoas com comorbidades.

 

Até o momento a cobertura vacinal de 2026, para influenza, está em torno de 42,02% nos grupos prioritários (gestantes, crianças e idosos).

Grupo Prioritário

População Alvo

Total de Doses Aplicadas

Cobertura Vacinal (%)

Idosos

112.197

53.532

47,71%

Crianças

34.603

6.319

18,26%

Gestantes

4.574

3.768

82,38%

Total pop. alvo

151.374

 

 

Fonte: Localizasus, consultado em 21/05/2026. 

Diante do atual cenário epidemiológico, marcado pela baixa adesão à vacinação e pela crescente sobrecarga dos serviços hospitalares decorrente do aumento de casos graves com demanda por internação, o Município de Londrina apresenta o Plano de Contingência para as Síndromes Respiratórias Agudas, com o objetivo de organizar a resposta assistencial e mitigar os impactos sobre a rede de saúde.

 

Níveis de Ativação do Plano de Contingência para Síndromes Respiratórias – 2026

NÍVEL

STATUS

CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO

PRINCIPAIS AÇÕES

🟢 Nível 0

Monitoramento

Dentro da sazonalidade esperada; estabilidade no número de casos; capacidade assistencial preservada. Monitoramento epidemiológico de rotina; análise semanal de indicadores; divulgação interna de boletins; manutenção de insumos e capacitações permanentes.

🟡 Nível 1

Alerta

Aumento inicial de casos de SG e/ou SRAG acima do esperado; tendência crescente por três semanas consecutivas; surtos localizados. Intensificação do monitoramento; acionamento mensal do GT SG/SRAG; alerta à rede assistencial; reforço da vacinação e comunicação de risco, divulgação externa de boletins.

🟠 Nível 2

Resposta

Crescimento sustentado de casos e internações; aumento da demanda assistencial; ocupação de leitos ≥ 95%; impacto operacional na rede. Ativação plena do Plano; reuniões semanais do grupo técnico; ampliação da assistência; reorganização de fluxos; intensificação da vigilância laboratorial.

🔴 Nível 3

Emergência em Saúde Pública

Colapso ou risco iminente de colapso da rede; alta transmissão comunitária; aumento importante da morbimortalidade. Resposta máxima; mobilização intersetorial; expansão extraordinária de leitos e recursos; solicitação de apoio estadual/federal.

 

MATRIZ DE RESPOSTAS POR NÍVEL EPIDEMIOLÓGICO

Nível 0 - Ativado no início do outono, concomitante à campanha de vacinação contra influenza

AÇÃO

STATUS

 RESPONSÁVEL 

Ampliar a comunicação sobre a importância das medidas de prevenção e transmissão das doenças respiratórias agudas e etiqueta respiratória.

ATIVADO

DAPS/DUES/DVS/ASSESSORIA

Implementar estratégia integrada de sensibilização e orientação da população quanto à utilização adequada dos pontos de atenção da rede municipal de saúde.

ADULTO: UBS, PA Leonor, PA Maria Cecilia, PA União Vitória, UPA CO e UPA SABARA.

CRIANÇA: UBS, PA Leonor (rede carinho) e PAI

ATIVADO

DAPS / DUES

Intensificar a campanha de vacina da Influenza para os Grupos Prioritários e a oferta  por meio de estratégias extramuros e descentralizadas: vacinação na escola, Centros de Convivência, vacinação em horário estendido e finais de semana, monitoramento da cobertura do território, vacinação em eventos de grande circulação (shopping, mercados, igrejas), vacinação aeroporto, entre outras.

ATIVADO

DAPS

Monitorar os indicadores epidemiológicos: nº de notificações SRAG, nº de atendimentos, da taxa de ocupação dos leitos.

ATIVADO 

DVS

Divulgar e monitorar internamente BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO SEMANAL 

 ATIVADO 

DVS

Monitorar e redimensionar conforme a necessidade e evolução dos atendimentos dos recursos humanos e materiais necessários para o atendimento aos casos suspeitos ou confirmados de SRAG (insumos, equipamentos, TI e logística);

ATIVADO

DAPS / DUES / DGTES / DLMS

    Desenvolver diagnóstico situacional da Atenção Primária à            Saúde para subsidiar a ampliação estratégica de recursos                humanos médicos e multiprofissionais, priorizando unidades       com sobrecarga assistencial, maior demanda espontânea,             território adscrito ampliado e regiões com concentração de           escolas e equipamentos sociais.

ATIVADO

DAPS

Viabilizar a Ampliação de RH médico e equipe multiprofissional (enfermeiro, auxiliares e técnicos enfermagem, TGP) nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)

- (contrato de horas médicas e horas extras de servidores)

ATIVADO

DAPS e DUES

Realizar Avaliação da Grade de Referência da Rede Hospitalar com capacidade de leitos, em parceria com a 17RS - SESA e Prestadores

ATIVADO 

DRAS e DUES

Nível 1 - Ativado quando identificado número de atendimentos por quadro respiratório crescente por 3 semanas consecutivas e/ou Crescimento de números de SRAG por 3 semanas consecutivas e taxa de ocupação de leitos hospitalares acima de 95%.

Manter as ações de divulgação e prevenção ativadas

AÇÃO

STATUS

RESPONSÁVEL

Intensificar a vigilância nas unidades sentinelas (UPA Sabará, PAI e HU), em relação aos vírus circulantes mais predominantes

ATIVADO

DVS

Divulgar publicamente o BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO SEMANAL - nas Quartas-feiras

ATIVADO

DVS

Elaborar Nota orientativa de recomendação da adoção de medidas de prevenção e controle nos serviços de saúde assistenciais e na comunidade (Vacinação, evitar aglomerações, medidas de higiene respiratórias, uso de máscaras).

ATIVADO 

DVS

Manter reunião mensal GT SG/SRAG para alinhamento, se necessário alterar para quinzenal.

ATIVADO

TODAS AS DIRETORIAS ENVOLVIDAS

Monitorar, avaliar, contrarreferenciar e remanejar de acordo com o perfil assistencial avaliado. Auditoria operativa auxilia no monitoramento da ocupação de leitos

ATIVADO

DUES / DRAS

Garantir dispensação de máscaras comuns nas salas de espera das unidades de saúde a pessoas com sintomas respiratórios.

ATIVADO

DUES e DAPS

Manter a divulgação das medidas preventivas de controle das doenças respiratórias agudas junto à população - (redes sociais, mídia, imprensa)

ATIVADO 

GABINETE

Reforçar as equipes sobre o fluxo de atendimentos das doenças respiratórias agudas, (fluxograma, coletas, gestantes, sentinelas).

ATIVADO 

DAPS/DUES / DVS

Viabilizar a Ampliação com contratação de recursos humanos para as unidades de saúde em especial enfermeiro, auxiliares e técnicos de enfermagem, TGP e médicos plantonistas.

EM ESPERA 

DUES e DAPS

Intensificar a ampliação da vacinação contra a gripe, com estratégia extramuros, levando a vacina até à população, em escolas, órgãos públicos, Ceasa, Estádios, Terminais de ônibus. O projeto será expandido com parcerias com igrejas, supermercados e shoppings;

ATIVADO

DAPS

Realizar contratação de serviço de Tele Consulta para fortalecer rede de urgência

EM ESPERA 

DUES

Controlar e monitorar a  dispensação TAMIFLU 

ATIVADO 

DLMS/CAF

Contratar aproximadamente 2.000 consultas/mês para atendimento pediátrico infantil hospitalar  

EM TRÂMITE

DRAS

Instituir plano de contingência para ampliação da assistência às síndromes gripais, com possibilidade de ativação de UBS como unidade de referência para atendimento específico de Influenza e demandas respiratórias, visando qualificar o fluxo assistencial, reduzir a sobrecarga dos serviços de urgência e otimizar a resposta da rede municipal de saúde em períodos de sazonalidade, com retaguarda de recursos humanos.

ATIVADO

DAPS / DGTES

HZS: Ofertar retaguarda para internação infantil e adulto dos atendimentos da UBS de referência casos de média complexidade;

EM ESPERA

DRAS, DAPS e DUES

Viabiliazar contratação de 48 leitos de enfermaria adulto por 6 meses, podendo ser prorrogado. Sendo 30 leitos no HE e 18 na ISCAL.

ATIVADO

DRAS

Garantir meio de transporte aos pacientes que apresentem vulnerabilidade social/ dificuldade no acesso e necessitam de deslocamento para garantia do atendimento, em especial pediátrico.

EM ESPERA

DLMS / DUES

Nível 2 - Ativado quando identificado número de atendimentos por quadro respiratório crescente por 3 semanas consecutivas e/ou Crescimento de números de SRAG por 3 semanas consecutivas e taxa de ocupação de leitos hospitalares acima de 95% ou mais, pontos assistenciais com estagnação da sua capacidade de atendimento;

Manter as ações de divulgação e prevenção ativadas;

AÇÃO

STATUS

 RESPONSÁVEL 

Manter reunião semanal GT SG/SRAG 

EM ESPERA

TODAS AS DIRETORIAS ENVOLVIDAS

Determinar a UPA Sabará para atendimento exclusivo de SG, com expansão de quadro profissionais.

EM ESPERA

DUES

Ampliar unidade de suporte básico de vida do SAMU para realizar atendimento pré hospitalar e transferência de casos de SG.

(ampliação de horas extras)

EM ESPERA

DUES

Reorganizar serviços da Rede de Saúde na assistência de pacientes com sinais e sintomas de SG com agravamento, para priorizar transferência e internação hospitalar

EM ESPERA

DUES

Viabilizar a ampliação de leitos conforme Grade de Referência da Rede Hospitalar, em parceria com a 17RS - SESA e Prestadores para atendimento de pacientes com SG.

EM ESPERA

DUES/DRAS

Ativar as novas unidades temporárias de pontos de atendimento de síndromes gripais na Atenção Primária à Saúde, conforme análise epidemiológica, demanda assistencial e capacidade instalada da rede, visando descentralizar o atendimento, qualificar o fluxo assistencial e reduzir a sobrecarga dos serviços de urgência e emergência.

EM ESPERA 

DAPS

Viabilizar Compra de TR (influenza, covid e VSR) em grupos específicos;

EM ESPERA

DLMS/CAF

Nível 3 - Ativado quando, após 2 semanas de instalação das ações do Nível 2 e não se apresentarem suficientes para atender e controlar a demanda

Manter as ações de divulgação e prevenção ativadas

AÇÃO

STATUS

RESPONSÁVEL 

Revisar a oferta de serviços eletivos.

Em espera

DRAS/ AUDITORIA/ GESTÃO 

Viabilizar a ampliação/ redirecionamento do perfil de ocupação  de leitos clínicos e de UTI para SRAG/ bem como dimensionamento de equipamentos.

Em espera

DRAS/ AUDITORIA/ GESTÃO 

Declarar Emergência em Saúde Pública no âmbito Municipal e Adesão a Portaria GM/MS 6.914/2025

Em espera

 GESTÃO 

 

CRITÉRIOS PARA DESATIVAÇÃO

STATUS ATUAL

CRITÉRIOS DE DESATIVAÇÃO

AÇÕES DE TRANSIÇÃO

EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA 

- Queda de SRAG/internações por 2 semanas consecutivas.
- Ocupação de leitos <80% por 7 dias.
- Positividade viral <20% nas sentinelas

Retomar serviços eletivos parciais; manter Nível 2 por 1 semana.

RESPOSTA

- Estabilização de atendimentos (sem crescimento por 3 semanas).
- Ocupação < 95% por 10 dias.
- Cobertura vacinal >70% em prioritários

Reabrir UPAs para demanda geral; intensificar vacinação extramuros.

ALERTA

- Redução de SRAG em 20% vs. pico por 2 semanas.

-Ocupação < 80%
- Positividade < 30%

Suspender teleconsultas extras; voltar a Nível 0 com monitoramento basal.

MONITORAMENTO

- Manter indefinidamente (sazonal);  desativar pós-inverno se zero crescimento.

Avaliação anual para próximo ciclo.

 

 

A Secretaria de Saúde mantém o compromisso de revisar e atualizar este Plano de Contingência periodicamente, assegurando a adequação das medidas de prevenção, controle e resposta diante de eventos relacionados às síndromes respiratórias, em conformidade com as diretrizes dos órgãos competentes.

 

Londrina, datado e assinado eletronicamente.


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Documento assinado eletronicamente por Vivian Biazon el Reda Feijo, Diretor(a) Superintendente da Autarquia Municipal de Saúde, em 21/05/2026, às 16:17, conforme horário oficial de Brasília, conforme a Medida Provisória nº 2.200-2 de 24/08/2001 e o Decreto Municipal nº 1.525 de 15/12/2017.


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Documento assinado eletronicamente por Cleiton José Santana, Diretor(a) de Urgência e Emergência em Saúde, em 21/05/2026, às 17:56, conforme horário oficial de Brasília, conforme a Medida Provisória nº 2.200-2 de 24/08/2001 e o Decreto Municipal nº 1.525 de 15/12/2017.


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Documento assinado eletronicamente por Tatiane Almeida do Carmo, Diretor(a) de Atenção Primária à Saúde, em 22/05/2026, às 16:08, conforme horário oficial de Brasília, conforme a Medida Provisória nº 2.200-2 de 24/08/2001 e o Decreto Municipal nº 1.525 de 15/12/2017.


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Documento assinado eletronicamente por Verônica Sanches Gomes, Diretor(a) de Regulação da Atenção à Saúde, em 22/05/2026, às 17:44, conforme horário oficial de Brasília, conforme a Medida Provisória nº 2.200-2 de 24/08/2001 e o Decreto Municipal nº 1.525 de 15/12/2017.


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Documento assinado eletronicamente por Fernanda Fabrin da Silva, Diretor(a) de Vigilância em Saúde, em 23/05/2026, às 08:27, conforme horário oficial de Brasília, conforme a Medida Provisória nº 2.200-2 de 24/08/2001 e o Decreto Municipal nº 1.525 de 15/12/2017.


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Documento assinado eletronicamente por Patrick Fernando da Silva, Diretor(a) de Logística e Manutenção em Saúde, em 23/05/2026, às 08:30, conforme horário oficial de Brasília, conforme a Medida Provisória nº 2.200-2 de 24/08/2001 e o Decreto Municipal nº 1.525 de 15/12/2017.


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A autenticidade deste documento pode ser conferida no site http://sei.londrina.pr.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 18445809 e o código CRC ACB6BEE4.




Referência: Processo nº 60.017079/2025-60 SEI nº 18445809